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A Festa Templária irá decorrer de 23 a 26 de Maio em Tomar , com o objetivo de criar sinergias entre os agentes locais, contribuindo para a melhoria do turismo.
No âmbito da divulgação deste festival, realiza-se uma Exposição de Trajes e Armaduras Medievais, entre 1 e 15 de Março. Desta forma, contribui-se para a promoção da Festa Templária e, simultaneamente, para a dinamização do centro histórico de Tomar e dos seus espaços comerciais.

Lojas aderentes: A Romã, Bacana, Benetton, BMS, Condóptica, Discal, Domitilia,"Corte á sua medida", Ego, Filmoda, FotoShop, Galeria do Mundo, Rural, Giovanni, Loja do Chico, Loja do Mundo Conventual, Marylete, Moditália, Multiópticas, Noel, O Leque, O Rabanete, Ogiva, Óptica, Alipios, Optica Barreto, Papagaio Louro, Passo a Passo, Pautónia, Rolisport , Rosa dos Ventos, Rulys, Sapataria, Rui, Socilar, Vanessa.

 Escrito por Sofia Gomes
 
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Joana Vasconcelos, a primeira mulher e mais jovem artista a expor no Palácio de Versalhes, e cuja exposição foi a mais visitada no palácio nos últimos 50 anos, já é um símbolo do que se faz de bom em Portugal. A artista irá participar pela 5ª vez na Bienal da Arte de Veneza, agora como representante oficial do nosso país, e irá transformar um antigo cacilheiro, que durante 51 anos fez a travessia do Tejo. “Trafaria Praia”, que lhe foi cedido pela transtejo, terá como fim ser uma obra de arte itinerante. 

O projecto, que tem a curadoria de Miguel Amado, procura fazer uma ligação com a história e a cidade de Lisboa.  Assim, o exterior do antigo cacilheiro irá ser revestido a azulejo azul e branco e, inspirado na obra de Gabriel del Barco “Grande Panorama de Lisboa”, reproduzirá a vista da cidade, desde a Torre do Bugio à Torre Vasco da Gama.  O interior do“Trafaria Praia” será todo revestido a cortiça e  tecidos. Além disso, Joana Vasconcelos passa da inspiração lusitana à concretização e dentro do cacilheiro haverá mesmo uma loja de produtos nacionais, frutos de uma  parceria com a marca A Vida Portuguesa, e uma zona de conferências, palestras ou concertos para figuras portuguesas.
O cacilheiro irá estar atracado em Giardini, a zona nobre da exposição, mas a obra não se fica por aqui. “Trafaria Praia” irá deslocar-se por Veneza, ao longo de quatro circuitos diferentes, transportando 75 passageiros – entrada livre - ao comando de quatro tripulantes da Transtejo. Português em toda a sua alma. 

O antigo cacilheiro será inaugurado a 31 de Maio, na véspera da abertura da Bienal de Veneza.


Escrito por Ana Lapa
 
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Durante os meses de Fevereiro e Março, o Centro de Informação Europeia Jacques Delors, em colaboração com o Centro de Documentação Europeia da Universidade de Lisboa, organizou uma Mostra Bibliográfica sobre a cidadania europeia.

Esta iniciativa ocorre no âmbito do Ano Europeu dos Cidadãos 2013, que procura sensibilizar a sociedade de todos os países europeus para a relevância da condição de cidadão da União Europeia, promovendo os seus benefícios e desafios.

Assim, este Mostra Bibliográfica pretende ser um meio de divulgação, a todos os interessados, de obras de referência dentro dos temas Cidadania Europeia e Papel da Cidadania no Projecto de Integração Europeia, e está a decorrer no átrio e área interior da Biblioteca Jacques Delors, no edifício da Reitoria da Universidade de Lisboa.


Mais informações: 
http://www.eurocid.pt/pls/wsd/wsdwcot0.detalhe?p_cot_id=7627&p_est_id=15273

Escrito por: Maria Inês Santos
 
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O Projecto Parede do MAM-SP existe desde 1996 e convida dois artistas por ano para ocupar com uma obra o corredor de acesso entre o pátio de entrada e a Grande Sala do Museu.

O português Rodrigo Oliveira é o primeiro autor do projecto de 2013, estando a sua participação integrada na programação do Ano de Portugal no Brasil.

Na obra «Boa Vizinha» o artista cria uma pintura borrifando água da chuva em pequenos recipientes, presos junto ao tecto, contendo pastilhas de aguarela.

A obra do artista português estará em exibição até Junho, altura em que o segundo artista convidado deste ano dará vida à parede.

Escrito por: Tânia Cardoso
 
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João Fernandes, ex-director do Museu de Serralves, já tomou posse como director adjunto do Museu Nacional Centro de Arte Rainha Sofia, em Madrid.

Foi director do Museu de Serralves durante os últimos nove anos (2003-2012), sendo agora substituído por Suzanne Cotter, de nacionalidade australiana e inglesa elegida por concurso internacional, prática a que raramente se recorre em Portugal que o agrada bastante. Ao longe dos anos já colaborou diversas vezes com o museu Rainha Sofia, a última das quais em 2012 quando foi um dos organizadores da exposição ‘Locus Solus. Impresiones’ de Raymond Roussel, inaugurada a 26 de Outubro e que continua patente no museu até 27 de Fevereiro.

Em entrevista ao jornal diário espanhol ABC, João Fernandes revela que o convite para o cargo no Rainha Sofia foi feito pelo seu actual director, Manuel Borja-Villel, e que ambos partilham de opiniões semelhantes sobre “muitas coisas relativas ao mundo da arte, nos dias de hoje”, nomeadamente o facto de trabalharem “para que um museu não seja um mausoléu, mas antes uma entidade que desenvolve redes muito dinâmicas com outros museus.”.

Não esquecendo a importância do turismo, afirma que “o grande desafio é saber o que fazer com a gente que visita”, tendo como objectivo que cada espectador “seja mais lúcido, exigente e crítico quando se confronta com a obra de arte e que [a visita] não sirva unicamente para depois dizer que esteve lá”.

João Fernandes valoriza a forma como os espanhóis vivem o espaço público, referindo que em Portugal ainda há uma certa timidez nesse assunto. Revelando ainda que estas visões antagónicas condicionam a ambição cultural, exemplificando que na criação da colecção do museu madrileno “Houve um desígnio para a cultura por parte das estruturas de poder da sociedade espanhola; [ao contrário] em Portugal tem havido sempre um grande alheamento do poder político face à cultura”.

Por último, quando questionado se agora os visitantes do museu vão ver mais arte portuguesa, afirma que não está em Madrid como embaixador da cultura nacional, embora conheça “bem o contexto português, que é algo que creio não se conhecer bem em Espanha”.

Escrito por: Sofia Gomes